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  • Ivan Kleber

Valparaíso, Variante britânica do coronavírus é identificada em dois moradores de Goiás.




Segundo a pasta, os infectados são parentes e tiveram contato recente com uma pessoa que veio da Inglaterra. Órgão diz que estudo mostra que essa cepa é mais transmissível.


A Secretaria Estadual de Saúde (SES) identificou nesta sexta-feira (12) a variante britânica do coronavírus em dois moradores de Luziânia e Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.


Segundo a superintendente de Vigilância em Saúde, Flúvia Amorim, os infectados são dois parentes.


Ela afirmou ainda que os contaminados tiveram contato com uma pessoa que chegou recentemente da Inglaterra. Estudos apontam que essa variante do Reino Unido, chamada de B.1.1.7, tem maior capacidade de transmissão, segundo a superintendente, mas ainda não há evidências de que ela provoque a doença de forma agravada.

"Essa variante identificada no Entorno do DF tem importância epidemiológica por se tratar de uma cepa mais transmissível. Mais do que nunca, agora é importante seguir as medidas de prevenção porque, quanto mais alta a chance de transmissão, maior é a chance de mutação, e mutações como esta", explica Amorim.


Na segunda-feira (8), a pasta identificou uma outra variante do vírus em um morador de Ceres. Segundo Amorim, a variante, chamada de P2, já estava presente no Brasil e não há registro de que ela seja mais transmissível e, assim, cause aumento no número de casos da Covid-19.


Variante britânica


Estudo publicado em dezembro descreve que os dois primeiros casos da B.1.1.7 foram detectados na cidade de Kent e em Londres, em 20 e 21 de setembro, respectivamente.


A vacina desenvolvida pelas empresas Pfizer e BioNTech contra a Covid-19 conseguiu neutralizar, em laboratório, três variantes do coronavírus, incluindo a do Reino Unido, aponta um estudo publicado na revista científica "Nature Medicine" nesta segunda-feira (8).

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