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  • Ivan Kleber

Caiado pensa em fechar tudo em Goiás novamente

O governador Ronaldo Caiado (DEM) pensa em voltar atrás na decisão de liberar parte do comércio para funcionar, por causa do baixo índice adesão ao isolamento social em Goiás. Apenas 42,5% da população respeita a quarentena no momento. Este índice já foi de 66,4%, na ocasião em que Goiás registrava o maior isolamento do Brasil. “Vou solicitar uma reunião com todos os poderes e vou avaliar”, afirma. . Em entrevista à TV Anhanguera, o governador disse que está preocupado com a atitude de alguns prefeitos de liberar atividades comerciais que não foram liberada pelo decreto do governo publicado na última segunda-feira (20). “O que estamos assistindo é um prefeito disputando com o outro qual libera mais [o comércio]. Não brinquem! Não podemos jogar por terra um trabalho de 40 dias e transformar Goiás naquilo que está hoje Macapá, Fortaleza, Rio de Janeiro, Manaus. Sabem por que? Porque, se o prefeito não consegue absorver os pacientes que vão contrair e que evoluem por uma quadro de respiração aguda grave, para onde ele vai mandar? Para Goiânia?”, questiona. . Caiado diz que a evolução dos casos de contaminação por coronavírus em Goiás está “dentro da curva”, mas que o Estado não tem estrutura para suportar uma escalada no número de pacientes. “A gente não tem essa estrutura. Nós estadualizamos os hospitais de Jataí, Luziânia, São Luís dos Montes Belos, Formosa, Itumbiara, de Águas Lindas. Mas, para se ter uma ideia, o de Águas Lindas, que é do Governo Federal, não será entregue para gente com monitor e respirador. Ele terá tubulação de oxigênio e os leitos. Se o paciente conseguir respirar com a máscara de oxigênio, bem. Agora, se ele precisar ser entubado para ter uma ventilação mecanizada, ele não tem como ser atendido”. . O governador lembra que algumas atividades foram liberadas com a contrapartida de se responsabilizarem pelo transportes dos colaboradores. “Não tem uma explicação do porquê esse movimento todo. A menos que todos os outros setores, o comércio, estejam liberados. E isso não está no decreto”.


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