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  • Ivan Kleber

Advogados presos na CCP denunciam tortura em carta à mão



Três advogados estão detidos em uma cela comum do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia (CPP). José Roberto de Sá, Adelúcio Lima Melo e Luiz Carlos de Souza Lima alegam maus-tratos praticados por agentes prisionais e realizaram uma denúncia por meio de uma queixa-crime que o Mais Goiás teve acesso.


José Roberto de Sá é quem escreve o texto, a mão, que foi enviado ao promotor de justiça da 25ª Vara Criminal da Comarca de Goiânia. A filha dele, Ana Paula Castilho, falou por telefone com o portal. Ela, que é também advogada, informa que o pai está preso há 1 ano e meio, acusado de participação em um homicídio. “Além de advogado, ele é detetive e foi contratado para localizar uma pessoa. Ele achou, mas essa pessoa foi assinada. Ele não sabia de nada, nem disparou, e eles [a justiça] sabem”, explica situação ao reforçar que o pai já é um homem idoso, com 63 anos e problema de saúde. “Ele toma remédio para pressão, depressão, ansiedade e para dormir.”


Inclusive, ela encaminhou ao Mais Goiás uma declaração médica que diz o seguinte: “Declaro para os devidos fins que o paciente acima apresenta as comorbidades Depressão + insônia + Hipertensão + (…). Faz uso de Losartana, HCTZ, Sertralina, Quetiapina. Diante da atual pandemia, segundo o Mistério da Saúde, pessoas com comorbidades e faixa etária acima de 60 anos deverão ter cuidado redobrado e se manter em isolamento (sic).”


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