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  • Ivan Kleber

Homem que estava preso injustamente há quase 2 anos recebe liberdade em Luziânia


 A prisão ilegal foi identificada em um mutirão carcerário realizado por alunos do Núcleo de Prática Jurídica do Unidesc Douglas Santos da Silva, 29 anos, estava cumprido pena por crime que não cometeu desde o ano de 2018. Uma das possíveis justificativas para sentença equivocada é que o sentenciado possuía homônimo com outra execução penal em tramitação. Por esse motivo, diversos erros ocorreram e condicionaram a permanência dele na prisão. A prisão ilegal foi identificada através de um mutirão realizado por alunos do curso de direito do Centro Universitário de Desenvolvimento do Centro-Oeste – UNIDESC. Raimundo Barros, um dos advogados responsáveis por coordenar os alunos, deu mais detalhes a redação do Jornal O Democrático. “Na data de 04 de março de 2020, estive no CIS de Luziânia com os alunos do Núcleo de Prática Jurídica do Unidesc para realizar um mutirão carcerário para ouvir os presos que estão sem advogados. Durante as entrevistas, um interno alegou que estava preso injustamente há mais de 01 (um) ano e 08 (oito) meses sem ter cometido crime”, disse Raimundo Barros. “Ao analisarmos o processo dele no fórum, constatamos que, na realidade, a “pena” que ele cumpria era de outro preso com o mesmo nome e que houve um equívoco ao fazer a guia de execução penal. Ou seja, é inocente. Fizemos o requerimento para liberar o rapaz e na data de 13/03/2020 Douglas recebeu seu alvará de soltura e foi liberado,” finalizou Raimundo.


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